Oh! Tolo,
Ria do gozo fétido que lhe satisfaz,
Ria do gozo fétido que lhe satisfaz,
E chore pelo riso pueril que escondeu...
Mergulhe na lama podre da sua piscina
E se afogará asfixiado no cheiro sem cor.
Oh! Humano,
Delicie-se no prazer do suco mofo do fruto
Que brotou na árvore seca que tiraste a seiva.
Dance a rumba com teu par esquálido sem alma
E recoste a cabeça torpe no ombro sem corpo.
Então...
Enxugue teu rosto no Mandilyon sem face
E ore para o negro céu que agora não lhe ouve.
- Riste do Carpinteiro e agora a ferpa da cruz
Fere tua consciência com a ferrugem do cravo.
Teu riso é teu acordo selado com as Chamas!
Teu choro é o passaporte que darás a Cérbero!
Teu arrependimento tardio será a dor que rasgarás
Tuas entranhas contínuamente, infinitamente!

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