Abre a vala e espalha o grão,
Grão de feijão na vala da terra.
Bate a enxada e abre a vala,
Joga o feijão na vala do grão.
Tira o chapéu enxuga a testa,
Abre a vala e espalha o grão.
Grão de milho jogado na vala,
Bate a enxada e enxuga a testa.
Não fala não para não descansa,
Bate a enxada e abre a vala.
Não pensa no suor que desliza,
Joga o grão e fecha a vala.
Segue a rotina do tempo na roça
Na esperança que a chuva desça,
E na vala que fechou, ver brotar
O alimento, prá família saciar.

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