Na grande cidade triste e caótica,
A dor e a lágrima de uma criança
Eleva-se nos becos ruas e praças,
Mas perde-se em mentes insanas.
A presilha, a lágrima e o choro,
Foram deixados como prêmio
A um Ser que não queria vir.
Fruto da luxúria e do prazer.
Esquecido e deixado como rejeito,
Perambula o pobre e frágil menino
Misturado ao fétido lixo humano,
No meio de um circo desgraçado.
Crescido, ferido e convertido
No que não queria, no desvio
De uma loucura demoníaca,
É hoje o espelho do amanhã!

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